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Archivo de 'companhias aéreas'

Existem coisas como vôos baratos, emergenciais, de última hora?


Há as épocas em que uma doença ou uma morte repentina na família o impossibilitam do luxo da pesquisa ao redor pelas tarifa aéreas baratas para alcançar seus amados. Embora a maioria de linhas aéreas não ofereçam serviços para acomodar esta situação, a Delta tem uma política de falecimento no caso da morte ou da morte iminente em sua família; entretanto, isto parece ser somente em relação à viagem aérea fora dos Estados Unidos.

Entretanto, há as situações onde o planejamento avançado para a viagem aérea não é possível. Tal situação seria no caso da morte ou da morte iminente de um membro da família. Se você tiver que viajar fora dos Estados Unidos a fim atender às responsabilidades associadas com um membro da família, alguma linha aérea oferece tarifas de falecimento. Estas são oferecidas aos clientes que exigem opções de última hora. São geralmente reembolsáveis e muito flexíveis. Na maioria dos exemplos, as tarifas serão descontadas, com a escala entre 10 a 75% fora dos preços da tarifa cheia; a média é 50%.

A Delta é uma linha aérea que oferece tarifas de falecimento; entretanto, devem ser compradas pessoalmente em qualquer ponto de venda da Delta. As tarifas não são afixadas no Web site oficial delta.com. A Delta igualmente tem uma seção com informação para diretores fúnebres e membros da família, que indica como transportar os corpos e pertences pessoais. Para qualificar para estas tarifas, a Delta tem definições específicas a respeito de quem qualifica como um membro da família imediato.

A lista inclui: esposo, convivente doméstico, criança, pai, irmã, irmão, padastros e madastras, enteados, avós, neto, tia, tio, sobrinha, sobrinho, meio-irmãos, sogra, sogro, genro, nora, cunhado, cunhada e irmã adotiva. A delta exige a documentação a fim provar que as relações são familiares. A documentação deve ser fornecida e então o bilhete é comprado. Tal documentação consiste no passengeiro em relação ao falecido, o nome e o número de telefone da facilidade do local fúnebre, do hospital ou do hospício e do nome do médico de tratamento, se disponível. O curso da viagem deve começar no prazo de sete dias da morte ou da morte iminente do membro da família (documentação exigida outra vez); as tarifas são completamente reembolsáveis e mudanças, espera e retornos em aberto são permitidos; entretanto, as escalas não são.

Se o viajante é um membro de SkyMiles, pode ser intitulado aos Platinum Medallion ou a atualizações norte-americanas. Se você escolhe viajar com outra companhia que não a Delta, contatar as linhas aéreas pode ser uma opção viável. Parece que a maioria de linhas aéreas eliminaram vôos de emergência e tarifas de preço cheio podem ser a única opção. A opção mais viável parece ser procurar vôos de última hora em Web site tais como cheaptickets.com, lastminutetravel.com ou priceline.com. Às vezes pode ser aconselhável contatar as linhas aéreas na área a que você precisa viajar, explicando sua situação e vendo se podem oferecer algum tipo de ajuda. Uma outra fonte, embora não como recomendado seja afixar um anúncio em no Craigslist, sendo muito específico sobre suas exigências de viagem.

Voos aereos

Antigamente a aviação comercial brasileira tinha preços controlados pelo DAC, Departamento de Aviação Civil. A liberação começou em 1990. Usaram a política de desregulamentar aos poucos, pois o exemplo dos Estados Unidos iniciado em 1978 foi desastroso. Os Estados Unidos, nessa época achavam que os mercados livres iriam ter um funcionamento perfeito, o que não acorreu. Já os Europeus, tendo observado os erros cometidos pelos EUA, fizeram mudanças ao longo das décadas de 80 e 90, evitando os efeitos negativos vistos no outro país.
A desregulamentação nos Estados Unidos e União Européia facilitaram que muitas novas companhias se inserissem no mercado, possibilitando o surgimento de empresas de baixo-custo.
A eliminação de serviços, tipo refeições sofisticas, acrescida do check-in via Internet, bem como a padronização das aeronaves e serviços, fez com que empresas pudessem reduzir muito seu custo e ampliar bastante o seu público.
Muita competição durante décadas, fizeram com que empresas aéreas de todo o mundo fortalecessem o compartilhamento de rota, o que foi uma estratégia fundamental para a sua sobrevivência no mercado. Porém essa possibilidade de o cliente poder fazer a viagem parte por uma, parte por outra empresa, é anterior à política de liberação de preços.
Estudos sobre a Varig nos anos 50 e 60, mostram que roteiros que saíam do Brasil aos Estados Unidos, partiam de lá com destino à Europa por outras empresas. Com isso, a Varig ficava no mesmo nível de competição que a Panair do Brasil, uma empresa americana, que operava as rotas para a Europa.
Mas não só rotas foram possíveis com a aliança global, a Star Aliance, criada em 1997, da qual a Varig fazia parte, e chegou a ter 18 membros em todos os continentes, possibilitou que empresas compartilhassem assentos, milhas e até a sala vip da empresa concorrente.

A crescente competição entre várias empresas aéreas, fez com que o preço das passagens caísse assustadoramente, em comparação ao passado.
Para poderem baratear custos, empresas cortam luxos e serviços adicionais e oferecem um transporte bem mais em conta que os modelos tradicionais.
Hoje em dia, voar, que era coisa da elite, se tornou bastante possível para qualquer simples cidadão. Para o turismo, isto é um grande progresso, uma vez que facilita a vida das pessoas, diminuindo distâncias e possibilitando vôos mais curtos, de longas distâncias.
Esse fenômeno, que se encontra no mundo todo hoje, pode ser uma catástrofe para o meio ambiente, porque o aumento de combustível das naves, e o dióxido de carbono lançado na atmosfera, causador de sérias mudanças climáticas, acabam dificultando o cumprimento do protocolo de Kioto.
Por exemplo, para neutralizar os efeitos de um único vôo transatlântico e para que o gás carbônico fosse neutralizado, cada passageiro deveria plantar três árvores, pois cada vôo emite em média 1,8 toneladas de CO2 na atmosfera.
A União Européia tem tentado conter este crescimento, mas até agora as soluções encontradas, como o aumento do combustível e taxas ecológicas, não têm dado resultado.
Voar hoje na Europa é possível a um preço irrisório. Por uma pequena quantia, é possível ir da Alemanha à Milão ou Madri. As ofertas são infindáveis, e empresas utilizam em suas campanhas slogans como “voe pelo preço de uma corrida de táxi”.
Embora um avião necessite o mesmo combustível por um mesmo trecho de viagem por passageiro, que um carro, para o clima global voar, causa uma enorme diferença. Os gases lançados em altas atitudes, onde andam os aviões, são muito piores para o clima que os lançados no solo.
Estudos revelam que o aquecimento da terra feito pelo uso das aeronaves é 3 vezes maior que o aquecimento provocado pelo uso de um carro. Por exemplo, andar 2 mil km de avião, corresponde a andar 6 mil km com um carro.

O sistema aéreo brasileiro está enfrentando um verdadeiro caos! Até empresas pequenas como a de Juiz de Fora e o Aeroporto da Serrinha, que mantém apenas 5 vôos diários, acabam sendo vítimas da crise, quando um vôo que sairia de São Paulo com destino a Juiz de Fora, atrasou 1h e 20 minutos. Passageiros, que ficaram presos na aeronave e não puderam embarcar, porque o equipamento que controla as freqüências de rádio comunicações (Cindacta) ficou sem comunicação.
Este incidente, como este exemplo do Aeroporto de Serrinha, mostra que os consumidores não só podem como devem brigar por seus direitos. E quando se sentirem lesados por atrasos e cancelamentos de vôos devem ser reembolsados pela empresa, por todos os prejuízos.
A empresa aérea tem responsabilidade de embarcar o passageiro que chega ao aeroporto na hora marcada e se ele não consegue embarcar, existe aí uma “quebra de contrato”. Neste caso, o passageiro deve procurar a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), e formalizar uma reclamação pelo atraso.
Existe uma Lei no Código Brasileiro Aeronáutico que regula estas ações, mas também pode-se buscar a ajuda do Código de Defesa do Consumidor, já que esta é uma prestação de serviços. É possível ainda, responsabilizar a União, já que o controle do vôo se enquadra na prestação de serviço público.
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 22, diz que os serviços públicos devem ser “eficientes, adequados e seguros”. Pelo visto, Lei é que não falta!
Agora se o atraso for superior a 4 horas, o passageiro tem o direito de pedir o dinheiro de volta. Para o passageiro ganhar o direito de reclamar, ele deve confirmar que chegou no horário previsto, através de tickets de estacionamento, táxis, lanchonetes e tudo o mais que possa confirmar sua estada no Aeroporto.
Atrasos não são toleráveis pois em alguns casos, compensaria mais ao passageiro ir de ônibus.